- CRIATIVIDADE: Não existe nada mais livre que criatividade. Autonomia e inovação.
Tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4:13
Só sei que nada sei e Conheça a ti mesmo, são frases de Sócrates;Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Simone de Beauvoir
- Filosofia: Filo: Amigo, Sofia: Sabedoria (amigo da sabedoria); A filosofia Surge como um a mãe de todas as ciências que consiste no estudo das características mais gerais abstratas do mundo. É uma forma racional de rsponder os porques das coisas.
- Pré-socrátes: São os primeiros filósofos, ou seja, aqueles que vieram antes de Sócrates. Filósofos de Mileto: Tales, Anaximandro, Anaxímenes, etc. São concepções aristotélicas.
- Tales de Mileto: o princípio de tudo está na água, Pai da Filosofia Ocidental, primeiro filósofo do Ocidente, um dos sábios da Grécia Antiga;
- Anaximandro: Apeiron;
- Anaxímenes: Ar;
- ANAXÁGORAS: O mundo é governado por uma inteligência.
- Pitágoras: Números. Criou a palavra "Filosofia". Filo: Amigo, Sofia: Sabedoria (amigo da sabedoria); Filósofo: Sábio.
- Heráclito: Fogo; Tudo muda, panta rei: tudo flui, O real é raciocinal e o raciocinal é real. - A luta é a regra do mundo e a guerra é que cria todas as coisas (luta dos contrários).
- Frase: Não banhamos duas vezes no mesmo rio.
- Xenófanes de Colofão: A terra é o princípio das coisas que são feitas de terra e água, inclusive o homem.
- Empédocles: água, ar, terra e fogo.
- PARMÊNIDES de Eléia. O vir a ser é pura aparência: o ser é imóvel; - O ser é e não pode não ser.
- Zenão de Eléia (489 - 430 a.C): Aquiles (um dos mais fortes e rápidos guerreiros gregos) e a tartaruga.
- Diógenes de Apolônia (499 - 428 a.C ) A terra é redonda
Sofistas: Contemporâneos de Sócrates.
- Protágoras de Abdera (480 a.C. - 410 a.C.): O homem é a medida de todas as coisas. (Contexto).
- Górgias de Leontini (480 a.C. - 375 a.C.): Nada existe... A Paideia como formação do verdadeiro político: Górgias.
Socráticos ou Clássicos: Sócrates, Platão e Aristóteles.
- Sócrates (470 - 399 a.C.): Direciona a Atitude Filosófica para o homem: Sei que nada sei (quando me perguntam nada sei", quando nada me perguntam sei"). Tudo o que sei, é que nada sei!. No entato supero a maioria dos Homens que nem isso sabem!; Conheça ati mesmo e conhecerás o universo. Cicuta. A Maiêutica e a Ironia.
- Platão: O nome verdadeiro é Aristocles. Platão é apenas apelido, que sigunifica: Largura. Pode ser dos ombros pois o filósofo também era um correfor olimpico; Da testa, muito comum aos homens gregos; Mas principalmente do pensamento. "É impossível que a massa seja filósofa" (República, VI, 8, 494a). Realismo ontológico. Teoria das Idéias. Fundou a Academia de Atenas, escola onde estudou Aristóteles. O corpo é a prisão da alma. Filosofia é a ciência dos homens livres. Obra principal: A República; Mito de Platão: Mito da caverna; Academia: Escola filosófica. Em qual obra de Platão o filósofo contempla o bem? R: A Republica. Filosofo rei. O Eros como o amor pelo Bem: O Banquete. O Bem como o modelo do Demiurgo: O Timeu. Em sua obra, A República, na teoria das formas, Platão afirma que o bem é a ideia suprema. Para Platão, o belo é o bem, a verdade, a perfeição;
- Aristóteles (384 - 322 a.C.). Liceu: Escola Filosófica. Estagirita; Peripatéticos. Ohomem é por natureza um animal político". A Ética a Nicômaco; Aristóteles chamou os primeiros pensadores de fisiólogos, natureza.
As quatro causas:
Causa material: de que a coisa é feita? No exemplo da casa, de tijolos.- Causa eficiente: o que fez a coisa? A construção.
- Causa formal: o que lhe dá a forma? A própria casa.
- Causa final: o que lhe deu a forma? A intenção do construtor.
- Plotino: O maior Neoplatônico
- Helenismo: Epicurismo, cinismo, estoicismo e pirronismo (ceticismo)
- Epicuro de Samos 271 ou 270 a.C: Materialismo. Moral do prazer; Escola: O jardim. Helenismo.
- Zenão de Cício (334-262 a.C.): Estoicismo; Terceira fase do Estoicismo: Marco Aurélio, Sêneca e Epitecto. Zenão de Cítio foi o fundador da escola Estoica.
- Cinismo: Diógenes de Sínope.
- Sexto Empirico, Ceticismo: Fundador: Pirro de Élis. 360 a.C.: Nasce PIRRO. Ceticismo universal.
Medievais: Patristica (padres da Igreja); Escolástica: Universidades;
- 529: Fechamento da Academia em Atenas, pelo imperador Justiniano, marca o fim da era greco-romana e consolida a entrada na Alta Idade Média.
- Agostinho de Hipona: Bispo; Teoria da Iluminação; Nasceu em Tagaste. Obras: Cidade de Deus; Solilóquios; Confissões;
- AVICENA (980 - 1037). Aristotelismo. Tradutor de Aristóteles no Ocidente;
- Averróis (1126 – 1198): Aristotelismo. Tradutor de Aristóteles no Ocidente; Na natureza nada é supérfluo.
- Pedro Abelardo (1079 – 1142): Heloísa A dúvida nos leva à pesquisa e através dessa conhecemos a verdade. Obra: Dialética;
- Anselmo de Aosta (1033 – 1109): Realismo Moderado.
- Roger Bacon (1214 – 1292): - Saber é poder.
- Tomas de Aquino: Fundamentação aristotélica. É evidente que Deus existe. Síntese cristã do aristotelismo e do agostinismo. As cinco Vias; Meados do séc. XIII: Tomás de Aquino escreve seus comentários sobre Aristóteles. Era da filosofia escolástica. Obras: Suma Teológica; Suma contra os gentios; O Ente e a Essência.
- Guilherme de Ockham (1285 – 1349): A Navalha de Ockham. Somente podemos conhecer o que podemos experimentar.
–
- Descartes: Cogito ergo sun: Penso logo existo. Obras: Meditações e Discurso do Método
- Boécio (480 – 525):
- Galileu Galilei (1564 – 1642): "a natureza é um livro escrito em caracteres matemáticos".
- Montesquieu - Charles(1689 – 1755): A teoria da autonomia dos três poderes
- Francis Bacon: Empirista. Os quatro ídolos: Tribo, Teatro, Caverna, Foro.
O método indutivo foi criado por Bacon a fim de combater os erros provocados pelos ídolos, que, dentro de sua filosofia, significavam falsas noções, preconceitos e maus hábitos mentais. Os ídolos podem ser de quatro gêneros: os ídolos da tribo, os ídolos da caverna, os ídolos do foro e os ídolos do teatro.
a) Os ídolos da tribo: Tribo é equivalente à espécie humana, ou seja, os ídolos da tribo são aqueles que criamos por pensar, como pensavam os clássicos e os renascentistas, que a natureza humana era privilegiada e que, a partir do estudo dela, era possível entender o universo. Bacon afirmou, e isso repercutiu em outros pensadores modernos, que a natureza humana era limitada no que se referia ao conhecimento do real. Não há, na natureza humana, nenhuma relação com a “natureza” das coisas. O intelecto humano, ao contrário disso, para Bacon, era como um espelho que reflete as coisas, mas nesse processo de refletir, as coisas são entendidas de forma “distorcida”.
b) Os ídolos da caverna: Se a natureza humana não é garantia de que a partir dela o intelecto humano possa conhecer as coisas tal como são, podemos entender que um dos fatores que dificultam isso é a própria diversidade de características individuais, tanto aquelas que constituem o indivíduo como também aquelas que foram moldadas por influências do meio. Os ídolos da caverna decorrem dessas características que, para Bacon, “perturbam” o espírito humano.
c) Os ídolos do foro: São aqueles que decorrem da linguagem que os humanos estabelecem com os outros, atribuindo nomes a coisas inexistentes ou nomes confusos a coisas que existem. As palavras, desse modo, exercem grande impacto sobre a razão.
d) Os ídolos do teatro: São aqueles derivados de teorias ou reflexões filosóficas que apresentam
- Hobbes: O homem é o lobo do homem. "A guerra de todos contra todos". O filósofo define o Estado como "um mal necessário". "homem artificial". Obras: Leviatã (Estado Monstro).
- Maquiavel: Os fins justificam os meios. Virtú: Qualidades e poder de um dirigente. Obras principal: O príncipe
- David Hume (1711-1776): ''Tratado da natureza humana''; "Investigação Sobre o Entendimento Humano''. "O hábito é, assim, o grande guia da vida humana"
- John Locke (1632 – 1704). Em seu estado natural o homem tem direito à vida, à liberdade e à propriedade, desde que seja produzida pelo seu trabalho. deais da Revolução Francesa: igualdade, liberdade e fraternidade.
- David Hume (1711 – 1776) O gênio está próximo do louco; O homem é o maior inimigo do homem; Nada é mais livre que a nossa imaginação.
–
- Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778): O homem nasce bom, a sociedade o corrompe; O homem nasce livre, e em todo lugar é posto a ferros; O primeiro homem que disse Isso é meu, fundou a sociedade; Quanto mais crimes, maior a decadência de uma sociedade; Um bom pai vale por cem professores. Obras de Rousseau:
- Discurso Sobre as Ciências e as Artes
- Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens
- Do Contrato Social
- Emílio, ou da Educação
- Os Devaneios de um Caminhante Solitário
- Schopenhauer: O tempo é a marcha para a morte. Obra principais: O mundo com vontade e representação.
- Michel Foucault (1926-1924) História da Loucura na Idade Clássica
- Kant: Não se ensina filosofia, se ensina a filosofar. 1781: Kant, despertado de seu sono dogmático por Hume, publica a Crítica da Razão Pura. Início da grande era do idealismo; O sábio muda de opinião; A felicidade não é um objetivo da razão, mas da imaginação; Vemos as coisas não como elas são, mas como somos;
O ponto de partida da sua filosofia de Kant é a investigação da faculdade da razão ou do conhecimento.
- Sartre: O inferno são os outros. Obras principal: O ser e o nada
Simone de Beauvoir: É horrível assistir à agonia de uma esperança;
Viver é envelhecer, nada mais; Ninguém nasce mulher: torna-se mulher; - Heidegger evidencia uma preocupação com a metafísica, ao passo que Husserl construiu uma fenomenologia antimetafísica. Obra principal: O ser e o tempo.
- Wittgenstein No Tractatus Logico-Philosophicus (obra Principal), Wittgenstein trata, dentre outros assuntos, da relação entre o mundo e a linguagem. Essa relação reflete: Posso descrever o mundo dentro dos limites da minha linguagem, e esta por sua vez é limitada pelo mundo.
- Karl Marx (1818-1883) Manifesto Comunista, O capital, etc.
- Nietzsche (1844-1900). O que não mata fortalece. Obras: Assim Falou Zaratustra ("Deus está morto"): o livro usa uma forma poética e fictícia, frequentemente satirizando o Velho e Novo Testamento
- A Gaia Ciência (Alegre Sabedoria): Corresponde à habilidade técnica e ao espírito livre requeridos para a escrita da poesia.
- Crepúsculo dos Ídolos - Como Filosofar com o Martelo. Obra onde dilacera as crenças, os ídolos e analisa toda a gênese da culpa no ser humano. A palavra "martelo" deve ser entendida como marreta, para destroçar os ídolos.
- Para Além do Bem e do Mal - Prelúdio à uma filosofia do futuro
- Hannah Arendt(1906-1975), judia, cientista política, foi estudada como filósofa, em grande parte devido a suas discussões críticas de filósofos como Sócrates, Platão, Aristóteles, Immanuel Kant, Martin Heidegger e Karl Jaspers, além de representantes importantes da filosofia moderna como Maquiavel e Montesquieu. Justamente graças ao seu pensamento independente, a teoria do totalitarismo (Theorie der totalen Herrschaft), seus trabalhos sobre filosofia existencial e sua reivindicação da discussão política livre, Arendt tem um papel central nos debates contemporâneos. \Toda dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história./
- Pluralidade Humana
A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. - Zenão de Cítio e Zenão de Eleia. O primeiro é um estoico e o segundo discípulo de Parmênides de Eleia.
- Pitágoras e protágoras. O primeiro, Pitágoras, é de Samos. Filósofo dos números e da palavra filosofia. Já o segundo, Protágoras de Abdera era um sofista contemporâneo de Sócrates e autor da frase o "O homem é a medida de todas as coisas".
Tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4:13
Referências
Nietzsche, Friedrich, Além do Bem e do Mal - Coleção Grandes Obras do Pensamento Universal - 31. 3ª edição. Editora Escala, 2011.
---------------- marcador de visitas